segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ainda...





toda vez que amanheço
de porre, sem ter bebido,
é prenúncio de tempestades...

eu só quero chocolate!!!






ou um pote de mel.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

hoje, amanhã, depois...

e me coloco hoje, no final da tarde, a ler alguns dos textos escritos no começo do ano passado... quanto pessimismo cabia numa só pessoa?! quanto desencanto, quanto desencontro, quanto nada a ver?!
realmente, o ano passado não foi nada fácil e, além de não fácil, foi mesmo muito difícil. lembro de voltar sozinha, numa estrada chuvosa, no dia do meu aniversário, de uma cidadezinha mais ou menos próxima, ouvindo rita lee cantando beatles e eu pensando em cada letra, no que cada uma tinha a ver com meus anos de vida, o que cada cidade pela qual eu passava representava: alguma coisa ou nada.
realmente, tantos desencontros...
por mais que eu tentasse, eu nunca encontrava nada do que procurava ou do que queria.
e, hoje, me vejo pensando em tudo novamente.
não tem muita coisa que mudou não.
continuo perdida num grande mar de interrogações e, quando eu acho que estou achando alguma coisa, perco de novo.
tenho um pouco de tudo, mas de intuição, acho até que tenho muito. e sei que perdi de novo. nem tive mas perdi...
falei.

bonequinha de luxo?!

eu amo pessoas que me fazem rir. honestamente, penso que dar gargalhadas é o que eu mais gosto de fazer. elas curam uma infinidade de males. são provavelmente o mais importante em uma pessoa.



audrey hepburn

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

tempo perdido?


Todos os dias quando acordo
Não tenho mais
O tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo...

Todos os dias
Antes de dormir
Lembro e esqueço
Como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder...

Nosso suor sagrado
É bem mais belo
Que esse sangue amargo
E tão sério
E Selvagem! Selvagem!
Selvagem!...

Veja o sol
Dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos...

Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo...

Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes
Acesas agora
O que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens...

Tão Jovens! Tão Jovens!...

super digno de copiar!



‎'Mãe, você só reclama de mim, mas você não sabe quantas vezes eu virei o chinelo para salvar a sua vida!'

De: Blog Chocolate com Pimenta

O QUE HÁ


O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A sutileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém,
Essas coisas todas
Essas e o que falta nelas eternamente
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,

Um supremíssimo cansaço,
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço...

Álvaro de Campos

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

e se...





se não foi hoje, um dia será.
algumas coisas, por mais impossíveis e malucas que pareçam, a gente sabe, bem no fundo, que foram feitas pra um dia dar certo.

dia de cama


pois é. não é que a esse momento da vida, eu fiquei sabendo o que são cólicas?!?! preferia, peloamordedeus, continuar minha vidinha sem saber. ô dorzinha chata e persistente, teimosa.
e dá-lhe remedinho. e a pressão cai. e a pessoa fica imprestável largada e se sentindo o cúmulo da inutilidade. muito chato.
mas a gatinha continua ali, firme e forte e não me abandona um segundo. qualquer movimento e a orelhinha levanta. realmente, amor como esse eu acho que nunca mais conheço na vida. são mais de dezessete anos sempre assim, do meu lado, faça chuva ou sol.
apesar da dorzinha chata, é tão bom saber que ela tá aqui. linda e fofa cuidando de mim e não eu cuidando dela.
é, a gente acha que somos nós os protetores e nem percebemos os anjos ao nosso lado!
e obrigada aos deuses pelo melhor presente do mundo: esse amor todo que nunca me pede nem cobra nada!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

ainda...







desisto de tentar entender as escolhas da vida.

a primeira segunda do ano!


jesuis, que vontade de voltar pra cama.
te juro que meu dia ontem foi de f... santa paciência, robin.
ah, os homens. ou, ah, as mulheres. ninguém merece nenhum dos dois, vamos combinar...
a gente entende tudo errado sempre. principalmente, nós, mulheres que temos praticamente a obrigação de entender quase todos os deslizes masculinos.
eu cansei. se sequer me entendo, imagina o trabalho de entender um ser que veio de outro mundo, outro espaço, com a mentalidade quase tosca.
ou, como diria meu médico, tosca, rústica e sistemática.
te juro, eu conheço tal ser com as exatas definições.
e, somando tudo, no final, além de cansaço, me sobra tédio.
porque, me desculpa, mas a população masculina, com raríssimas excecões, deveria ser dizimada.
incluindo o tosco, rústico e sistemático!
falei!

domingo, 1 de janeiro de 2012

receba tudo com a mesma alegria, todos os dias!


mensagens de final de ano me cansam demais. é tudo tão de fora pra fora porque, acho sinceramente, que ninguém vai mudar realmente em alguma coisa só porque a "folhinha" na parede mudou.
e esse papinho todo me cansa de um tanto. ótimo, um novo ano pras mesmas atitudes idiotas. não precisa mudar o ano no dia primeiro de janeiro, mude todos os dias. veja que você realmente faz merda em quase todos os dias e decida-se por mudar antes de fazer a próxima. é assim que acho que o ano realmente muda, quando a gente vai mudando ele pouco a pouco, prestando atenção nas coisas pequenas que podemos mudar sincera e simplesmente.
sem festas, sem cachorros se matando de tanto latir por causa dos fogos. experimente soltar um fogo de artifício a cada conquista sua. te garanto que não será o único. todos os dias coisas maravilhosas acontecem e quase ninguém fica sabendo.
aí, vem essa tolice de retrospectiva e wow! quanta coisa boa e quanta coisa ruim.
amigo, do teu lado tem alguém precisando não de um ano, mas de um simples motivo pra continuar a sorrir. faça esse favor e mostre que a gentileza ainda não morreu. mostre que dentro de cada um tem um fogo de artifício aguardando pra fazer barulho. o mundo não precisa só de comida que vai reciclada nas mesas de quem pode por um mês, mas de atitude.
eu não sou ninguém pra falar nada. eu não fiz nada que mudasse o mundo nem tenho a mínima esperança de que farei.
mas, te garanto, que consigo mudar os dias de muita gente. apenas sendo verdadeira, solidária e gentil.
e tendo esperança de que assim entendam porque eu não sou só um bobinha. mas um pessoa que realmente gosta de quem gosta e quer que o mundo mude pra que a gente possa continuar a ser feliz.
a todos os meus amigos, aos poucos que conhecem sophie fisher, uma vida linda, preenchida por dias e anos lindos.
é isso.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

e só pra não perder o costume...


nem desperdiçar a raiva tão pouco assumida...




você tem certeza de que realmente você faz diferença?!

... e que tudo mais vá pro inferno!


uma coisa que nunca deixará de ser verdade absoluta: a facilidade de certas pessoas pra estragar a sua felicidade, pra adicionar aquele gostinho amargo ao seu dia (que, aliás, nem começou!).
desculpa, mas eu realmente odeio (e pra falar odeio eu tenho que odiar m e s m o) hipocrisia e coisas relacionadas. e como existe hipocriaia onde menos se espera! as pessoas decididamente esqueceram da fila de escrúpulos.
é simples assim: fulano te diz uma coisa e faz outra. jura de pé junto que nunca fará determinada coisa e, quando você menos espera, tá lá pra todo mundo ver, estampado nesse enorme quintal que se tornou a internet.
basta olhar por cima do muro que você tem acesso às coisas mais podres de cada um. e tudo bem que todo mundo tem um lado podre, mas que tal ser um pouco mais cuidadoso e um pouco menos falso?!?!
tudo bem. ninguém deve estar entendendo nada, eu sei. mas também não vou perder meu tempo pra explicar nem pra dar nome aos bois só porque se trata realmente de um animal, na pior concepção que essa palavra pode ter. alguém desprovido de sentimentos, valores, vergonha ou coisas básicas no ser humano mais básico e frequentemente encontrados em animais (os que nós já conhecemos como animais).
meu cachorro não abana o rabo e rosna ao mesmo tempo. e minha gata arranha sim se não quer carinho. e, pior, ela ignora totalmente quem não gosta.
portanto, esses ditos animais são muito mais nobres do que sub-humanos.
por favor, não confundam nada disso com amargura. trata-se apenas da realidade crua. porque nua mostraria demais e quase nunca alguém tem coragem de se mostrar por inteiro.
que tal deixar esse ser trancado num carro sob o sol escaldante de ribeirão por 3 horas no estacionamento do shopping?! ou simplesmente colocar um balde enorme em cima dele?!
não adianta mesmo. é por isso que digo e repito: quanto mais conheço os homens, mais gosto dos meus animais.
é isso.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

uma sincera homenagem ao nosso amigo



RIP

sempre atual e digno de ser relido



Amores e mudanças

Quando a vida da gente está emperrada (o que não é raro), será que faz sentido esperar que um encontro, um amor, uma paixão se encarreguem de nos dar um novo rumo? Provavelmente, sim -no mínimo, é o que esperamos: afinal, o poder transformador do encontro amoroso faz o charme de muitos filmes e romances. Os especialistas validam nossa esperança. Jacques Lacan, o psicanalista francês, dizia, por exemplo, que o amor é o sinal de uma "mudança de discurso", ou seja, na linguagem dele, de uma mudança substancial na nossa relação com o mundo, com os outros e com nós mesmos. Claro, resta a pergunta: o que significa "sinal" nesse caso? Duas possibilidades: o amor surge quando está na hora de a gente se transformar ou, então, é por amor que a gente se transforma. Não é necessário tomar partido: talvez as duas sejam verdadeiras.

Seja como for, volta e meia, alguém me pede uma receita: como esbarrar num amor que nos transforme? A resposta trivial diz que os encontros acontecem a cada esquina: difícil é enxergá-los e deixar que eles nos transformem, ou seja, difícil é ter a coragem de vivê-los. Aqui vai um exemplo. O filme "Tinha que Ser Você", escrito e dirigido por Joel Hopkins, além de ser uma pequena dádiva, oferece uma "dica" preciosa sobre as condições que fazem que um amor "engate". É a história de um encontro ao qual os protagonistas tentam dar uma chance -a chance de transformar suas vidas.

(...)

O passeio pela cidade evoca dois filmes de Richard Linklater, que estão entre meus preferidos, "Antes do Amanhecer", de 1995, e "Antes do Pôr-do-sol", de 2004.
No primeiro, Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Delpy) encontram-se, passam um dia nas ruas de Viena e, enfim, separam-se. No segundo, eles se encontram de novo, em Paris, nove anos depois, e, também passeando, imaginam, de alguma forma, a outra vida que poderia ter sido a deles se, no fim daquele dia em Viena, eles tivessem apostado no futuro de seu encontro.

Aqui, uma recomendação prosaica que emana dos três filmes: se você procura um grande encontro amoroso, sempre use calçados confortáveis, porque nunca se sabe por quantos quilômetros se estenderão suas deambulações amorosas. Brincadeira à parte, os filmes de Linklater talvez sejam mais tocantes -entre outras coisas, porque eles conferem uma beleza melancólica a uma desistência que é muito parecida com as renúncias às quais nos resignamos a cada dia. Mas o filme de Hopkins, "Tinha que Ser Você", é mais generoso, porque ele nos deixa com uma sugestão: o diálogo que leva ao amor, que dá a cada um a vontade de se arriscar, não surge da sedução e do charme, mas da coragem de nos apresentarmos por nossas falhas, feridas e perdas.

(Contardo Calligaris)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

e que venha 2012!!


então, né?!?! 2011 em seus últimos dias. o que eu levo?!?!
ENE A DE A. ou simplesmente nada.
ô ano tedioso, vamos combinar. se eu não sou louca por completo, se não apronto um monte, a vida fica tão sem graça.
e, aí, a pessoa tenta ser normalzinha e o que acontece?!?! tédio profundo. olha só: nesse ano eu namorei um médico maçon que queria casar, comecei a trabalhar numa agência que era um saco, com horário pra entrar e sair e nada de excessos!!! nadinha. até meu rivotril amigo praticamente eu abandonei.
muito chato. tédio puro.
aí, a pessoa pensa e lembra do que leu: tão sensível. tão forte. tão pequena. tão grande. tão irônica. tão carinhosa. tão bipolar. tão frágil. tão ciumenta. tão eu.
quer melhor que isso? desculpa, mas não tá no cardápio.
mas, eu juro que vou começar minha listinha de resoluções pro ano novo com o famoso item básico: academia! eu vou, eu juro!
vou pegar meu famoso "carção elite" e vou pra esteira, pra começar porque eu ainda sou sedentária assumida. depois, eu vou melhorando. quem sabe termino o ano como destaque da turma e foto na parede que nem no mc donalds?!?!
olha, gente, na boa. 2011 não me inspirou nem um pouquinho. por isso, eu me calei. que sabe 2012 traga um pouco mais de inspiração, né?!?!
faltam só 4 dias. vamos aguardar, com fé e um vestido lindo porque ninguém é de ferro e sim de seda, maravilhosa, no meu caso!
falei.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

então é natal...


caraca! gente, eu ainda existo.
depois de uma longa hibernação, eis que a ursa sai do retiro inv(f)ernal.
tanta coisa aconteceu, mas tanta. mas também ninguém vai querer saber da minha vida, uma mera e simples existência.
e as festas de final de ano? prato cheio pros gulosos e um porre pros antissociais assumidos como eu. desculpem, mas não gosto de natal nem ano novo. e nunca escrevi tanto texto desejando tanta coisa boa como nesse ano.
é, virei redatora de novo! e dá-lhe boas festas. e os votos de um ano maravilhoso. pior que campanha de político é escrever carta de final de ano de político! gente, eu realmente faço mágica.
mas e a minha mágica de natal, qual será?!?!
e minha listinha de resoluções para o ano novo?!?! onde é que foi parar?!?!
não faço a menor idéia, mas estou certa de uma coisa.
mais um ano e eu continuo a mesma. entra ano, sai ano, e a pessoa ainda persiste em ser sonhadora, sorrir e agradecer nos guichês do pedágio, dar foras sem limites (inocentes, claro), esperar o lixeiro passar pra entregar o vinho baratinho, mas sinal de quem se lembra, um pra cada um, perguntar o nome das pessoas - é, aquele sujeito que manobra seu carro no estacionamento tem nome, viu?! e o frentista do posto também!
é assim que eu tento continuar sendo. sempre eu. se desagrado a alguns, graças a deus, eu sou normal!
nesse ano, nem deu pra ouvir ivan lins ou simone cantando os hinos do natal porque (de novo, graças a deus) tô sem tempo.
mas ainda dá tempo pra perguntar o nome do garoto na rua que pede "boas festas" e pra lembrar que já que a gente é grandinho mesmo e sabe que papai noel não existe, a gente precisa começar a acreditar no natal. e ser um pouco humilde porque não faz mal pra ninguém.
e aqui vai o texto do cartão de natal da empresa (que eu também tive que escrever!!!):

Abram as portas e janelas... deixe o futuro entrar e o passado ir embora.
Permita que sentimentos o tomem de surpresa. Canta, dance, pule, grite. Viva, vivencie, trabalhe, lute e cresça. Mas, acima de tudo seja feliz em suas escolhas. Ame tudo o que faz! Dê valor aos seus valores, seu limites e sua paixões.
Descubra-se. Reinvente-se. Respeite-se.
Não exista. Apenas viva intensamente cada dia de cada vez.
A nossa paixão a gente cria!
Um ótimo final de ano a todos.

e, quem sabe, qualquer dia desses eu volto pros meus parcos mas sinceros leitores!
falei.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

e a gente tenta...


eu não devia mesmo.
se o melhor jeito que tenho de respirar é falando aos montes, quando não posso falar, o que me custa escrever?
hoje eu acordei cansada. cansada da hipocrisia e mediocridade a que acabo sendo exposta diariamente, ainda que tente fugir delas.
respeito se tornou uma palavra sem valor. amizade também. consideração então, nem se fala!
as pessoas se tornam aquilo que pensam ser no tal mundo digital. um zé migué qualquer pode ser achar poderoso. outros se metem onde não são chamados nem queridos. a nossa vida particular se torna pública e a gente ainda ajuda.
tento encontrar um jeito de escapar disso, mas ainda não consegui. outro dia, numa dessas redes sociais da vida, ainda vi um amigo comentando que o tal 2012 tava demorando, que devia chegar logo. eu pensei o mesmo qaundo falavam do bug do milênio e as redes sociais nem existiam.
seria tão mais simples se mesmo "virtualmente", as pessoas carregassem os mesmo princípios, valores e a mesma moral. fossem o que são independente do que são. assumissem o "lado negro da força".
não é bem assim. infelizmente.
me divido entre alice e polliana querendo um mundinho melhor. ou, ao menos, mais verdadeiro.
não há mais como escapar e ser lowtech. ainda mais se escrevo um blog.
mas, será que, pedacinho a pedacinho, as pessoas conseguem tentar lembrar e voltar a ser o que eram?
sei que não sou a pessoa mais certa pra uma resposta dessas, mas eu ainda tento. e pago um preço alto.
mas pago por ainda achar que ser eu mesma, sem retoques ou máscaras, mesmo com terapia e minhas drogas severmente controladas, ainda vale a pena ser eu mesma!
falei.