domingo, 4 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
tonta...
.eu realmente não queria estar onde estou.
sinto que meus sentimentos não são meus, que meu corpo não está comigo, que nada disso tem lugar em mim.
estou triste, cansada e me sentindo pela metade.
não sei o que posso fazer já que ficam mandando o tempo todo em mim: faça isso, não faça isso, nada de celulares, nada de notebook. durma. fique quieta. não se mexa agora. me diga se sentir alguma coisa estranha.
mas se eu estou sentindo uma coisa estranha o tempo todo, como determinar o que é mais estranho ainda?!
eu não tenho controle de nada. não sei o que sentir.
só me sinto terrivelmente sozinha, como se ninguém olhasse por mim.
e estou.
quem se diz preocupado, precisa relaxar um pouco da tensão de tudo.
e eu, boba, ainda me preocupo e tento ser racional.
foi tentando ser racional que eu cheguei aqui, um lugar ao qual não pertenço, onde me sinto isolada e sozinha.
queria pensar menos nos outros e dizer: foda-se o resto, eu preciso de você sim do meu lado! se toca que, se me deixar sozinha, vai me perder agora! mas eu não faço isso. eu sempre coloco no lugar do outro e suporto tudo, mesmo que meu coração grite o contrário.
eu sei que nunca ninguém vai estar do meu lado.
eu sei que sempre vou ficar sozinha.
eu sei que sempre vou sentir esse vazio e esse aperto no peito quando o pior puder me acontecer.
eu sou mesmo é uma besta!
é isso.
sinto que meus sentimentos não são meus, que meu corpo não está comigo, que nada disso tem lugar em mim.
estou triste, cansada e me sentindo pela metade.
não sei o que posso fazer já que ficam mandando o tempo todo em mim: faça isso, não faça isso, nada de celulares, nada de notebook. durma. fique quieta. não se mexa agora. me diga se sentir alguma coisa estranha.
mas se eu estou sentindo uma coisa estranha o tempo todo, como determinar o que é mais estranho ainda?!
eu não tenho controle de nada. não sei o que sentir.
só me sinto terrivelmente sozinha, como se ninguém olhasse por mim.
e estou.
quem se diz preocupado, precisa relaxar um pouco da tensão de tudo.
e eu, boba, ainda me preocupo e tento ser racional.
foi tentando ser racional que eu cheguei aqui, um lugar ao qual não pertenço, onde me sinto isolada e sozinha.
queria pensar menos nos outros e dizer: foda-se o resto, eu preciso de você sim do meu lado! se toca que, se me deixar sozinha, vai me perder agora! mas eu não faço isso. eu sempre coloco no lugar do outro e suporto tudo, mesmo que meu coração grite o contrário.
eu sei que nunca ninguém vai estar do meu lado.
eu sei que sempre vou ficar sozinha.
eu sei que sempre vou sentir esse vazio e esse aperto no peito quando o pior puder me acontecer.
eu sou mesmo é uma besta!
é isso.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
desejo, necessidade...
vontade.
vontade de sair sem filtro solar e ficar horas no sol.
vontade de me afundar numa taça gigante de sorvete.
vontade de não sair da cama sem ficar dormindo.
voltar daquele banho de banheira com sais, cheiros e gostos.
vontade das borbrulhas de um bom champanhe.
vontade de comer muito.
vontade de sair correndo sem destino nem parada.
vontade de sair nua pela rua.
vontade de ouvir a melhor música em nova orleans.
vontade de perder o juízo, a vergonha e o pudor.
vontade de fazer fazer amor horas seguidas e sentir o maior prazer do mundo.
vontade de você.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
repeating myself
ouvindo a moçadinha do BBB10 (já ta quase acabando o 2012) no faustão - minha mãe assiste, não tem jeito - eu fico pensando, eu preciso confessar: logo que a tal anelita saiu, eu entrei no blog dela pra ver como a moça que brigava tanto escrevia e etc.
e não é que vi e acabei surpresa, vendo várias coisas em comum?
além de ser briguenta, tem muita coisa escrita lá que eu também penso igual. e tem vários textos da martha medeiros que sabe escrever sobre mulher como mulher, como poucos e poucas. melhor assim que escrevendo hai-kais, martha medeiros foi feita pra textos longos. e que são muito bons.
e, em outras vezes, entrei lá pra dar umas olhadas e pegar umas imagens. ela adora tulipas, como eu. adora séries de tv, como eu. e tem ótimas fotos. e nem é a louca que parecia, com certeza, descompensada. e outra: vamos combinar, ela tinha razão absoluta sobre uma coisa - a lia é chata pra caramba!
agora, uma coisa muito interessante que li lá e não me lembro de onde veio: o lance dos corpos gêmeos. "em tese, uma teoria" que diz que como se procura almas gêmeas, deveríamos considerar que podem haver corpos gêmeos. tipo assim: você sente uma atração geral e inexplicável por outro alguém, mas é isso. pra que se sentir culpado? essa é a pessoa que você quer pro resto da vda na sua cama, banheiro, mesa, cozinha, etc, mas não no resto, tipo dia-a-dia e etc. qual o problema? manuel bandeira diz muito bem o que muitos tentam e não conseguem:
arte de amar
se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
a alma é que estraga o amor.
só em deus ela pode encontrar satisfação.
não noutra alma.
só em deus — ou fora do mundo.
as almas são incomunicáveis.
deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
porque os corpos se entendem, mas as almas não.
é isso.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
tchau!
depois de muito tempo, eu não encontrei nada fácil pelo caminho.
levei porradas, me machuquei em muitos espinhos e com muitas pessoas.
minha busca pessoal acabou.
me decepcionei demais e quero apenas paz. chega!
levei porradas, me machuquei em muitos espinhos e com muitas pessoas.
minha busca pessoal acabou.
me decepcionei demais e quero apenas paz. chega!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
é...
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
é...

é, a gente pode tentar fazer de tudo para mudar, mas uma coisa é certa: a vida se complica de vez em quando.
não que a gente queira ou procure por isso, simplesmente acontece. de repente, você se vê fora daquele céu de brigadeiro e oha pros lados e enxerga a mais profunda escuridão. não sabe se é realmente o fim do mundo ou apenas o final da sua alma pedindo arrego, sossego, proteção.
quantas vezes eu escrevi aqui mesmo sobre as dores que sentia, sobre meus medos, minhas tristezas, meus desencantos?
inúmeras.
anos se passam, muita coisa muda, mas outras não.
volta e meia, os mesmos fantasmas voltam pra me assombrar, me deixando pequenininha diante de tudo a minha volta.
e não adianta também tentar olhar pro passado e ver o que aprendi. o que eu já sei nem sempre se aplica porque o fantasma pode mesmo continuar o mesmo, mas a situação é outra, totalmente diversa.
e eu me assusto sempre da mesma maneira. e me encolho como a mesma menininha de sempre, com medo.
a vida prepara a gente pra uma monte de coisas, mas nem tudo nem ela sabe. o totalmente inesperado acontece. daquelas que ninguém podia esperar.
é quando eu me fecho novamente. me recolho.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
só

é, eu me cansei.
me cansei das pisadas na bola, cansei das desculpas, cansei dos esquecimentos, cansei de ficar pra trás. cansei de acreditar em alguma coisa que sequer existe.
no começo, tudo é sempre bonito e suave.
depois, a gente começa a andar por um caminho escorregadio demais, aprende coisas que ainda desconhecia.
chega pra mim.
ainda sinto as últimas dores dos últimos tombos.
nem ao menos me levantei de novo.
só quero paz, sossego e um coração tranquilo.
mais nada.
me deixe andar sozinha, mas em paz.
meu erro

tem gente que não aprende mesmo.
ainda que todos os sinais de roubada total estejam a sua frente, a pessoa se recusa a vê-los e faz mais uma grande besteira.
eu sou assim, infelizmente. eu ainda tenho aquela mania boba de acreditar em todo mundo, em sua lealdade, respeito, atenção.
mesmo tendo passado por isso inúmeras vezes. eu ainda erro.
e sei que ainda vou continuar errando pro resto da vida. o que muda? a maneira como lido com o erro.
antes eu me jogava na cama e chorava por dias seguidos. não comia. me punia por ter sido boba mais uma vez.
saia por aí dando patadas em deus e o mundo, tentsndo castigar quem nem tinha nada a ver pela minha tristeza. chutando postes.
a tristeza continua existindo, claro.
a intensidade varia. mas, agora, parece que eu lido om ela de maneira mais sensata. continuo não conseguindo ficar quieta. não considero humilhante de forma alguma que a pessoa ou as pessoas que me deixaram mais um vez decepcionada saibam do meu sofrimento.
as lágrimas ficaram um pouco mais difíceis. não confundo mais meus sentimentos e nem saio por aqui punindo ninguém com meu mau humor.
só me calo depois da ferida aberta. não escondo nada, nem mesmo minha tristeza, mas só quem a sente sou eu. não envolvo mais ninguém em um erro que, obviamente, é meu.
só não consegui ainda deixar a tristeza e o sofrimento de lado. dá pra ver nos meus olhos ou no meu sorriso. no tom da minha voz. nos meus gestos.
mas, caindo no lugar comum mais bobo, eu sou uma sobrevivente, já passei por tantas que ficou difícil me derrubar. eu continuo caminhando.
e procuro não olhar pra trás a não ser que seja pra ver o por do sol.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
por que?!

por que é sempre tão difícil se entender com as pessoas, mesmo que você goste delas mais do que esperava?
e gente complica tudo. sentimentos se confundem e a gente acaba fazendo coisas que não devia, coisas que são completamente dispensáveis. a gente se magoa e magoa com outras sem total necessidade.
é tão difícil assim fazer simplesmente o que nos diz o coração? a gente tem que pensar tanto antes de fazer alguma coisa e acabar fazendo a coisa errada?!
por isso que eu procuro fazer o que sinto vontade na hora em que tenho que fazer.
eu não sei ser calculista, planejar mil coisas e seguir tudo a risca.
eu sou como bicho solto no mato. eu simplesmente faço
isso me machuca demais, mas ao mesmo tempo me faz feliz.
eu não vou deixar de ser como eu sou. eu sou feliz comigo assim.
só não quero que me machuquem, o que é bastante fácil. eu sou boba mesmo, choro fácil, meu peito se aperta mais vezes do que devia.
bou boba, mas sou feliz, sou fiel aos meus sentimentos, aos meus valores e aos meus princípios.
e, sei que tem um monte de gente que critica.
mas que não me faz desistir tão cedo de ser feliz a minha maneira.
é isso.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
retrato

"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"
cecília meirelles
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
delícia!

o "delícia" logo me faz lembrar do super fernando que faz os jingles mais legais dessa cidade, mas esse delícia é por outro motivo...
delííííííííííííícia estar com "as meninas".
as meninas, no caso, são aquelas amigas que você aprende que são as melhores mulheres com quem você compartilhar a sua vida.
quando eu era pequena, acreditava no conceito de uma melhor amiga. depois, como mulher, descobri que se você permitir que seu coração se abra, você encontrará o melhor em muitas amigas.
é preciso uma amiga quando você está com problemas com seu namorado.
é preciso outra amiga quando você está com problemas com sua mãe.
uma outra quando você quer fazer compras, curar, ferir, brincar ou apenas ser.
uma amiga dirá "vamos lutar", outra dirá "o jeito é sentar e chorar" e a outra, que pode sim ser um lindo amigo gay, dirá "se joga, amiga"!
uma amiga atenderá às suas necessidades espirituais, uma outra à sua loucura por óculos escuros, uma outra à sua paixão por filmes, outra estará com você em seus períodos confusos, outra será a luz e uma outra será o vento sob suas asas.
mas onde quer que ela se encaixe em sua vida, independente da ocasião, do dia ou de quando você precisa, seja com seus tênis e cabelos presos, ou para impedir que você faça uma loucura… todas essas são suas melhores amigas.
elas podem ser concentradas em uma única mulher ou em várias… em alguns dias sua mãe, em alguns dias sua vizinha, em outros a moça da faxina.
obrigada "meninas" (rô, dani, lê e déia) por serem mulheres maravilhosas e fazerem tanta diferença em minha vida!!!
pronto, falei.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
por que?!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
life sucks!
de vez em quando, eu simplesmente me pego pensando porque é tão difícil entender as pessoas. em quanto tempo é perdido com coisas que a gente pensa mas que não correspondem à realidade.
é realmente difícil. as pessoas se enganam e, ainda pior, enganam. eu acho que ainda sou daquelas bobas que realmente querem acreditar em tudo, sempre achando que a boa intenção explica tudo ou faz com que tudo fique claro o suficiente pra que, qualquer pessoa que olhe, logo entenda o significado de tudo.
infelizmente, quando vejo que não é bem assim, eu fico triste, decepcionada, chateada.
eu realmente já vivi muita coisa que preferia esquecer. mas nem sempre dá. principalmente, quando menos espero e lá vem outra porrada. eu ainda penso porque não me cansei, porque não deixei de ser essa garota boba que acredita que tudo pode melhorar ou ser legal, que as coisas ainda vão passar.
as pessoas nos surpreendem. pior que nem sempre de maneira positiva. e isso é tão tão chato. aí, vem a decepção e aquela dorzinha bem lá no fundo.
há muito tempo eu luto (mesmo) todos os dias pra não voltar a cair da mesma maneira, mas tem dias em que isso fica mais difícil. tem dias em as paredes parecem se estreitar e parece que eu realmente não vou conseguir me esgueirar até o final.
mesmo que esse tenha sido um dia lindo de sol. mesmo que a música que toque no fundo seja a melhor.
tem dia em a vida é foda.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
dia de canseira

então tá então.
vamos combinar que hoje eu não tô a fim.
a fim de que?!?! de nada, prezado leitor, de nada. (eu sempre quis fazer isso, escrever "prezado leitor!!!).
hoje é um daqueles dias em que tudo incomoda. o telefone, o sol, o calor, o barulho do ar condicionado, o som do teclado, a respiração da pessoa ao lado.
eu sei, devo estar com algum problema. afinal, é sexta-feira, dia nacional do "hoje é sexta-feira, traga mais cerveja"... mas eu não bebo, caramba!!!
é, devo ser um bicho em extinção mesmo. não bebo, não fumo, não tenho vícios nem fetiches.
então, já que não tô com vontade de nada, também não tô com a menor vontade de ficar escrevendo.
pronto, falei.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
eu quero a paz mundial!

você simplesmente diz pra que eu não me preocupe com você como se isso ainda fosse possível. não quer que eu dê uma de candidata a miss e diga que "tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas", né?!?! desculpe, mas nem faz meu gënero.
mas, fazer o que?! mesmo que a gente não queira, chega numa hora em que a gente simplesmente não tem mais a opção "don't worry" no cardápio. quando você percebe, lá se foram horas de sono e você pensando na mesma coisa.
é, eu sou normal (nisso eu tenho certeza que sim!). eu me preocupo sim. afinal, nem tudo o que tem orbitado ao seu redor tem sido um lindo mar de rosas. toda rosa tem seus espinhos e eu não tô por perto pra te ajudar a tirar os espinhos um por um, mesmo que você tivesse nadando de braçadas no mesmo belo mar de rosas...
aí, o que me resta? me preocupar sim e ficar torcendo pra que tudo dê certo e pra que o menor número possível de coisas dê errado, já que a gente já sabe que tem muita probabilidade de muita coisa dar errado.
então, já vou logo avisando: é assim que eu sei gostar de alguém. não me ensinaram outro jeito. ou eu nem quis aprender.
e também não pense que isso vai ser sempre assim. de vez em quando, eu posso me esquecer de me preocupar. pode ser sinal de que tudo está se encaixando, de que as peças estão todas voltando pros seus lugares. ou simplesmente, que você esteja navegando por um lindo mar de copos de leite, lírios, orquídeas, flores lindas e sem espinhos.
mas, tem perfumes que a gente só encontra nas rosas.
talvez seja o motivo pra se gostar tanto delas...
é isso.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
naqueles dias...

e, de repente, você se encontra num daqueles dias. daqueles em que você simplesmente se pergunta porque abriu os olhos, colocou seus pezinhos pra fora e insistiu em sair daquela cama que te abraçava de maneira tão confortável.
e aí, você mesma olha pra dentro de você e tá lá estampada em letras garrafais a resposta: você cresceu. deixou de ser um menino assustado ou uma menina tímida e se tornou essa coisa chata que costumam chamar de adulto.
é, porque não adianta você esquentar o termômetro no abajur, mostrar pra sua mãe e fazer cara de choro pra não ir trabalhar. você simplesmente tem que encarar essa coisa maçante que faz parte do que é ter uma vida própria, andar com as próprias pernas e se quebrar inteira.
não adianta - é quase inevitável. faz parte do que é crescer, do que é viver, do que é sentir.
não adianta a gente ainda querer se esconder embaixo da cama. chega numa hora em que ou a cama é baixa demais ou você que realmente cresceu ou engordou um pouquinho a mais. você não cabe mais embaixo dela, nem dentro do armário nem naquele jeans que te deixava com cara de má e rebelde.
é, agora você usa salto alto, máscara pros cílios e até curvex. você não usa mais uma mochila cheia de bottons da sua viagem do intercâmbio. você usa óculos. você paga imposto de renda e ainda tem plano de saúde e, se bobear, plano de previdência privada.
não adianta. ser adulto pode ser chato. mas também pode ser mágico, pode ser libertador, pode ser assustador e pode ser fascinante.
mas, até hoje, não conheço ninguém que tenha realmente passado pela vida sem passar também pela maturidade.
depois de um tempinho, a gente percebe que tem coisas que só ela traz, só ela te dá e só ela pode te fazer lembrar ou esquecer.
é justamente por isso que a gente insiste em levantar da cama todos os dias. porque viver entocado não é exatamente viver.
punto e basta!
sábado, 28 de janeiro de 2012
momento mãe e filha

tá, então tá. eu sou assim e pronto acabou. não tem jeito, não vou mudar. não adianta. já tentei e me estrepei. então, pronto: eu sou assim, complicada e nem tão tão perfeitinha.
e porque eu tô escrevendo isso?! porque horas eu tô teen demais, horas eu tô séria demais, horas eu tô mal humorada demais, horas eu falo demais, horas eu rio demais. horas eu tô chata demais.
ao menos é demais e não de menos. eu não suportaria ser nada de menos. por isso eu sou assim como eu sou: demais. intensa, passional, intempestiva e impulsiva. e, me desculpem, mas eu repito: eu não vou mudar. não vou porque não quero.
gente, o mundo tem mais de 7 bilhões de pessoas, porque eu? procura outra pra encher o saco e criticar. deixa pra lá, não vai rolar. desiste.
se eu gasto demais, eu pago. se eu falo demais, eu assumo. se eu dou risada demais, desculpe, mas devo ter meus motivos.
então, volta pro mar, oferenda. canta pra subir e me deixa.
eu sou assim. não gostou, já falou, já ouvi e beleza.
não tenho culpa se você tem que passar o resto da vida comigo porque é minha mãe. eu não pedi pra ser assim, nem você. então, vamos combinar uma coisa: você não vive sem mim, não aguenta. e eu amo você. basta a gente se respeitar e você não me acordar na hora errada falando alto que eu me comporto, tá?!?!
outra coisa: se conforme. eu vou continuar usando as roupas que eu gosto e não as que você gosta. e esquece do batom. nem morta eu vou "passar um batonzinho". tentei gloss, mas meleca. de vez em quando, eu até abro uma exceção.
eu não vou reclamar da tv alta demais, nem do rádio.
não vou estourar seu cartão de crédito.
não vou passar dos 70 naquela avenida e levar outra multa.
não vou ficar comendo porcaria as 4 da manhã, com raras exceções pra quando você estiver dormindo.
nem vou mentir pra você, portanto vou parar de prometer coisas pra você por aqui pra não ter que mentir. porque é óbvio que todo o resto vai continuar do mesmo jeitinho.
combinado?!
é isso.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
ow ow ow

últimos dias de um janeiro que passou sem ter passado.
por isso que eu nunca viajo na janelinha. eu não gosto de ver o mundo passando pela janelinha. esse coisinhas me irritam.
assim como tantas outras.
é. eu ando irritada demais ultimamente, meu ano não começou às mil maravilhas, nada aconteceu que fizesse "a" diferença e eu já tô quase começando a esperar o ano que vem.
mas, como boa ariana, ainda me resta o ano zodiacal que começa com áries. e com a guerra, a vontade, a briga, a gana por dias melhores.
é, que sabe.
e, também, quem não sabe?
só sei que ainda estou acordada quando tenho que encarar um dia de trabalho que não tem nada pra ser o melhor deles depois de 20 dias confinada em meu quarto, meu humor tá quase lá na lua e eu precisava só de mil reais a mais na minha conta pra chutar o pau da barraca. nada mais que isso. uma tarde de compras descabidas no shopping também ajudaria, but...
já dava pra começar.
porque essa sim é uma palavra que vale milhões: começo.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
back to the world

(será que vale a pena?!?!)
meus dias de dengue acabaram.
e com eles foram outras ooisas. muito tempo pra nada dá nisso. você sempre acaba fazendo besteiras, pensando besteiras, sendo precipitada, etc, etc, etc...
nem sei se meu emprego sobrou porque foram praticamente quase 20 dias enfurnada dentro de casa sem sair pra nada. sei lá se meu querido, prestimoso e amado chefe vai querer a minha volta. ele já acha que eu o deixo na mão mesmo que eu faça 400 roteiros em 400 minutos. nada nunca é bom o suficiente.
nem queria - claro - ver a luz do sol.
meus pensamentos, sempre confusos e embaçados, ficaram ainda mais confusos.
internet é uma merda. você não saí de casa por nada e ainda assim o mundo vem até você, mesmo você não querendo.
deailusões, coisas chatas, gente chata.
sinceramente, é nessas horas em que você para pra pensar e pensa se sua vida tá no caminho certo, a resposta - quando se pensa nisso - é sempre a mesma: um sonoro NÃO. sua vida tá uma merda mesmo, não adianta se esconder. não adianta ter dengue hemorrágica, não adianta querer se isolar do mundo porque o mundo se enfia no seu quarto e teima em não sair.
ai que saudade do telegrama do meu irmão no dia do meu aniversário de 19 anos, ainda em são paulo. mensagem: que a força esteja com você. perfeito. ele foi até a agência central dos correios - porque só de lá mandavam telegramas e escreveu naquele papelzinho. agora, é um tal de telegrama online que deus me livre.
ai, queria o mundo de volta. queria a simplicidade ou a dificuldade das coisas antigas mas honestas, sinceras, queria as cartas e não os emails quando os assuntos ainda importam.
não queria esse imediatismo todo.
só queria um pouco de romance...
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
hoje, amanhã, depois...
e me coloco hoje, no final da tarde, a ler alguns dos textos escritos no começo do ano passado... quanto pessimismo cabia numa só pessoa?! quanto desencanto, quanto desencontro, quanto nada a ver?!realmente, o ano passado não foi nada fácil e, além de não fácil, foi mesmo muito difícil. lembro de voltar sozinha, numa estrada chuvosa, no dia do meu aniversário, de uma cidadezinha mais ou menos próxima, ouvindo rita lee cantando beatles e eu pensando em cada letra, no que cada uma tinha a ver com meus anos de vida, o que cada cidade pela qual eu passava representava: alguma coisa ou nada.
realmente, tantos desencontros...
por mais que eu tentasse, eu nunca encontrava nada do que procurava ou do que queria.
e, hoje, me vejo pensando em tudo novamente.
não tem muita coisa que mudou não.
continuo perdida num grande mar de interrogações e, quando eu acho que estou achando alguma coisa, perco de novo.
tenho um pouco de tudo, mas de intuição, acho até que tenho muito. e sei que perdi de novo. nem tive mas perdi...
falei.
bonequinha de luxo?!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
tempo perdido?

Todos os dias quando acordo
Não tenho mais
O tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo...
Todos os dias
Antes de dormir
Lembro e esqueço
Como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder...
Nosso suor sagrado
É bem mais belo
Que esse sangue amargo
E tão sério
E Selvagem! Selvagem!
Selvagem!...
Veja o sol
Dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos...
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo...
Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes
Acesas agora
O que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens...
Tão Jovens! Tão Jovens!...
super digno de copiar!
O QUE HÁ

O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A sutileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém,
Essas coisas todas
Essas e o que falta nelas eternamente
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço,
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
e se...
dia de cama

pois é. não é que a esse momento da vida, eu fiquei sabendo o que são cólicas?!?! preferia, peloamordedeus, continuar minha vidinha sem saber. ô dorzinha chata e persistente, teimosa.
e dá-lhe remedinho. e a pressão cai. e a pessoa fica imprestável largada e se sentindo o cúmulo da inutilidade. muito chato.
mas a gatinha continua ali, firme e forte e não me abandona um segundo. qualquer movimento e a orelhinha levanta. realmente, amor como esse eu acho que nunca mais conheço na vida. são mais de dezessete anos sempre assim, do meu lado, faça chuva ou sol.
apesar da dorzinha chata, é tão bom saber que ela tá aqui. linda e fofa cuidando de mim e não eu cuidando dela.
é, a gente acha que somos nós os protetores e nem percebemos os anjos ao nosso lado!
e obrigada aos deuses pelo melhor presente do mundo: esse amor todo que nunca me pede nem cobra nada!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
a primeira segunda do ano!

jesuis, que vontade de voltar pra cama.
te juro que meu dia ontem foi de f... santa paciência, robin.
ah, os homens. ou, ah, as mulheres. ninguém merece nenhum dos dois, vamos combinar...
a gente entende tudo errado sempre. principalmente, nós, mulheres que temos praticamente a obrigação de entender quase todos os deslizes masculinos.
eu cansei. se sequer me entendo, imagina o trabalho de entender um ser que veio de outro mundo, outro espaço, com a mentalidade quase tosca.
ou, como diria meu médico, tosca, rústica e sistemática.
te juro, eu conheço tal ser com as exatas definições.
e, somando tudo, no final, além de cansaço, me sobra tédio.
porque, me desculpa, mas a população masculina, com raríssimas excecões, deveria ser dizimada.
incluindo o tosco, rústico e sistemático!
falei!
domingo, 1 de janeiro de 2012
receba tudo com a mesma alegria, todos os dias!

mensagens de final de ano me cansam demais. é tudo tão de fora pra fora porque, acho sinceramente, que ninguém vai mudar realmente em alguma coisa só porque a "folhinha" na parede mudou.
e esse papinho todo me cansa de um tanto. ótimo, um novo ano pras mesmas atitudes idiotas. não precisa mudar o ano no dia primeiro de janeiro, mude todos os dias. veja que você realmente faz merda em quase todos os dias e decida-se por mudar antes de fazer a próxima. é assim que acho que o ano realmente muda, quando a gente vai mudando ele pouco a pouco, prestando atenção nas coisas pequenas que podemos mudar sincera e simplesmente.
sem festas, sem cachorros se matando de tanto latir por causa dos fogos. experimente soltar um fogo de artifício a cada conquista sua. te garanto que não será o único. todos os dias coisas maravilhosas acontecem e quase ninguém fica sabendo.
aí, vem essa tolice de retrospectiva e wow! quanta coisa boa e quanta coisa ruim.
amigo, do teu lado tem alguém precisando não de um ano, mas de um simples motivo pra continuar a sorrir. faça esse favor e mostre que a gentileza ainda não morreu. mostre que dentro de cada um tem um fogo de artifício aguardando pra fazer barulho. o mundo não precisa só de comida que vai reciclada nas mesas de quem pode por um mês, mas de atitude.
eu não sou ninguém pra falar nada. eu não fiz nada que mudasse o mundo nem tenho a mínima esperança de que farei.
mas, te garanto, que consigo mudar os dias de muita gente. apenas sendo verdadeira, solidária e gentil.
e tendo esperança de que assim entendam porque eu não sou só um bobinha. mas um pessoa que realmente gosta de quem gosta e quer que o mundo mude pra que a gente possa continuar a ser feliz.
a todos os meus amigos, aos poucos que conhecem sophie fisher, uma vida linda, preenchida por dias e anos lindos.
é isso.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
... e que tudo mais vá pro inferno!

uma coisa que nunca deixará de ser verdade absoluta: a facilidade de certas pessoas pra estragar a sua felicidade, pra adicionar aquele gostinho amargo ao seu dia (que, aliás, nem começou!).
desculpa, mas eu realmente odeio (e pra falar odeio eu tenho que odiar m e s m o) hipocrisia e coisas relacionadas. e como existe hipocriaia onde menos se espera! as pessoas decididamente esqueceram da fila de escrúpulos.
é simples assim: fulano te diz uma coisa e faz outra. jura de pé junto que nunca fará determinada coisa e, quando você menos espera, tá lá pra todo mundo ver, estampado nesse enorme quintal que se tornou a internet.
basta olhar por cima do muro que você tem acesso às coisas mais podres de cada um. e tudo bem que todo mundo tem um lado podre, mas que tal ser um pouco mais cuidadoso e um pouco menos falso?!?!
tudo bem. ninguém deve estar entendendo nada, eu sei. mas também não vou perder meu tempo pra explicar nem pra dar nome aos bois só porque se trata realmente de um animal, na pior concepção que essa palavra pode ter. alguém desprovido de sentimentos, valores, vergonha ou coisas básicas no ser humano mais básico e frequentemente encontrados em animais (os que nós já conhecemos como animais).
meu cachorro não abana o rabo e rosna ao mesmo tempo. e minha gata arranha sim se não quer carinho. e, pior, ela ignora totalmente quem não gosta.
portanto, esses ditos animais são muito mais nobres do que sub-humanos.
por favor, não confundam nada disso com amargura. trata-se apenas da realidade crua. porque nua mostraria demais e quase nunca alguém tem coragem de se mostrar por inteiro.
que tal deixar esse ser trancado num carro sob o sol escaldante de ribeirão por 3 horas no estacionamento do shopping?! ou simplesmente colocar um balde enorme em cima dele?!
não adianta mesmo. é por isso que digo e repito: quanto mais conheço os homens, mais gosto dos meus animais.
é isso.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sempre atual e digno de ser relido

Amores e mudanças
Quando a vida da gente está emperrada (o que não é raro), será que faz sentido esperar que um encontro, um amor, uma paixão se encarreguem de nos dar um novo rumo? Provavelmente, sim -no mínimo, é o que esperamos: afinal, o poder transformador do encontro amoroso faz o charme de muitos filmes e romances. Os especialistas validam nossa esperança. Jacques Lacan, o psicanalista francês, dizia, por exemplo, que o amor é o sinal de uma "mudança de discurso", ou seja, na linguagem dele, de uma mudança substancial na nossa relação com o mundo, com os outros e com nós mesmos. Claro, resta a pergunta: o que significa "sinal" nesse caso? Duas possibilidades: o amor surge quando está na hora de a gente se transformar ou, então, é por amor que a gente se transforma. Não é necessário tomar partido: talvez as duas sejam verdadeiras.
Seja como for, volta e meia, alguém me pede uma receita: como esbarrar num amor que nos transforme? A resposta trivial diz que os encontros acontecem a cada esquina: difícil é enxergá-los e deixar que eles nos transformem, ou seja, difícil é ter a coragem de vivê-los. Aqui vai um exemplo. O filme "Tinha que Ser Você", escrito e dirigido por Joel Hopkins, além de ser uma pequena dádiva, oferece uma "dica" preciosa sobre as condições que fazem que um amor "engate". É a história de um encontro ao qual os protagonistas tentam dar uma chance -a chance de transformar suas vidas.
(...)
O passeio pela cidade evoca dois filmes de Richard Linklater, que estão entre meus preferidos, "Antes do Amanhecer", de 1995, e "Antes do Pôr-do-sol", de 2004.
No primeiro, Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Delpy) encontram-se, passam um dia nas ruas de Viena e, enfim, separam-se. No segundo, eles se encontram de novo, em Paris, nove anos depois, e, também passeando, imaginam, de alguma forma, a outra vida que poderia ter sido a deles se, no fim daquele dia em Viena, eles tivessem apostado no futuro de seu encontro.
Aqui, uma recomendação prosaica que emana dos três filmes: se você procura um grande encontro amoroso, sempre use calçados confortáveis, porque nunca se sabe por quantos quilômetros se estenderão suas deambulações amorosas. Brincadeira à parte, os filmes de Linklater talvez sejam mais tocantes -entre outras coisas, porque eles conferem uma beleza melancólica a uma desistência que é muito parecida com as renúncias às quais nos resignamos a cada dia. Mas o filme de Hopkins, "Tinha que Ser Você", é mais generoso, porque ele nos deixa com uma sugestão: o diálogo que leva ao amor, que dá a cada um a vontade de se arriscar, não surge da sedução e do charme, mas da coragem de nos apresentarmos por nossas falhas, feridas e perdas.
(Contardo Calligaris)
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
e que venha 2012!!

então, né?!?! 2011 em seus últimos dias. o que eu levo?!?!
ENE A DE A. ou simplesmente nada.
ô ano tedioso, vamos combinar. se eu não sou louca por completo, se não apronto um monte, a vida fica tão sem graça.
e, aí, a pessoa tenta ser normalzinha e o que acontece?!?! tédio profundo. olha só: nesse ano eu namorei um médico maçon que queria casar, comecei a trabalhar numa agência que era um saco, com horário pra entrar e sair e nada de excessos!!! nadinha. até meu rivotril amigo praticamente eu abandonei.
muito chato. tédio puro.
aí, a pessoa pensa e lembra do que leu: tão sensível. tão forte. tão pequena. tão grande. tão irônica. tão carinhosa. tão bipolar. tão frágil. tão ciumenta. tão eu.
quer melhor que isso? desculpa, mas não tá no cardápio.
mas, eu juro que vou começar minha listinha de resoluções pro ano novo com o famoso item básico: academia! eu vou, eu juro!
vou pegar meu famoso "carção elite" e vou pra esteira, pra começar porque eu ainda sou sedentária assumida. depois, eu vou melhorando. quem sabe termino o ano como destaque da turma e foto na parede que nem no mc donalds?!?!
olha, gente, na boa. 2011 não me inspirou nem um pouquinho. por isso, eu me calei. que sabe 2012 traga um pouco mais de inspiração, né?!?!
faltam só 4 dias. vamos aguardar, com fé e um vestido lindo porque ninguém é de ferro e sim de seda, maravilhosa, no meu caso!
falei.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
então é natal...

caraca! gente, eu ainda existo.
depois de uma longa hibernação, eis que a ursa sai do retiro inv(f)ernal.
tanta coisa aconteceu, mas tanta. mas também ninguém vai querer saber da minha vida, uma mera e simples existência.
e as festas de final de ano? prato cheio pros gulosos e um porre pros antissociais assumidos como eu. desculpem, mas não gosto de natal nem ano novo. e nunca escrevi tanto texto desejando tanta coisa boa como nesse ano.
é, virei redatora de novo! e dá-lhe boas festas. e os votos de um ano maravilhoso. pior que campanha de político é escrever carta de final de ano de político! gente, eu realmente faço mágica.
mas e a minha mágica de natal, qual será?!?!
e minha listinha de resoluções para o ano novo?!?! onde é que foi parar?!?!
não faço a menor idéia, mas estou certa de uma coisa.
mais um ano e eu continuo a mesma. entra ano, sai ano, e a pessoa ainda persiste em ser sonhadora, sorrir e agradecer nos guichês do pedágio, dar foras sem limites (inocentes, claro), esperar o lixeiro passar pra entregar o vinho baratinho, mas sinal de quem se lembra, um pra cada um, perguntar o nome das pessoas - é, aquele sujeito que manobra seu carro no estacionamento tem nome, viu?! e o frentista do posto também!
é assim que eu tento continuar sendo. sempre eu. se desagrado a alguns, graças a deus, eu sou normal!
nesse ano, nem deu pra ouvir ivan lins ou simone cantando os hinos do natal porque (de novo, graças a deus) tô sem tempo.
mas ainda dá tempo pra perguntar o nome do garoto na rua que pede "boas festas" e pra lembrar que já que a gente é grandinho mesmo e sabe que papai noel não existe, a gente precisa começar a acreditar no natal. e ser um pouco humilde porque não faz mal pra ninguém.
e aqui vai o texto do cartão de natal da empresa (que eu também tive que escrever!!!):
Abram as portas e janelas... deixe o futuro entrar e o passado ir embora.
Permita que sentimentos o tomem de surpresa. Canta, dance, pule, grite. Viva, vivencie, trabalhe, lute e cresça. Mas, acima de tudo seja feliz em suas escolhas. Ame tudo o que faz! Dê valor aos seus valores, seu limites e sua paixões.
Descubra-se. Reinvente-se. Respeite-se.
Não exista. Apenas viva intensamente cada dia de cada vez.
A nossa paixão a gente cria!
Um ótimo final de ano a todos.
e, quem sabe, qualquer dia desses eu volto pros meus parcos mas sinceros leitores!
falei.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
e a gente tenta...

eu não devia mesmo.
se o melhor jeito que tenho de respirar é falando aos montes, quando não posso falar, o que me custa escrever?
hoje eu acordei cansada. cansada da hipocrisia e mediocridade a que acabo sendo exposta diariamente, ainda que tente fugir delas.
respeito se tornou uma palavra sem valor. amizade também. consideração então, nem se fala!
as pessoas se tornam aquilo que pensam ser no tal mundo digital. um zé migué qualquer pode ser achar poderoso. outros se metem onde não são chamados nem queridos. a nossa vida particular se torna pública e a gente ainda ajuda.
tento encontrar um jeito de escapar disso, mas ainda não consegui. outro dia, numa dessas redes sociais da vida, ainda vi um amigo comentando que o tal 2012 tava demorando, que devia chegar logo. eu pensei o mesmo qaundo falavam do bug do milênio e as redes sociais nem existiam.
seria tão mais simples se mesmo "virtualmente", as pessoas carregassem os mesmo princípios, valores e a mesma moral. fossem o que são independente do que são. assumissem o "lado negro da força".
não é bem assim. infelizmente.
me divido entre alice e polliana querendo um mundinho melhor. ou, ao menos, mais verdadeiro.
não há mais como escapar e ser lowtech. ainda mais se escrevo um blog.
mas, será que, pedacinho a pedacinho, as pessoas conseguem tentar lembrar e voltar a ser o que eram?
sei que não sou a pessoa mais certa pra uma resposta dessas, mas eu ainda tento. e pago um preço alto.
mas pago por ainda achar que ser eu mesma, sem retoques ou máscaras, mesmo com terapia e minhas drogas severmente controladas, ainda vale a pena ser eu mesma!
falei.
sábado, 4 de junho de 2011
na falta...
... do que falar, assim no começo, peço desculpas.eu pensava, sinceramente, que essa nova mulher que eu esperava me tornar viria assim como um sonho, da noite pro dia, tipo: ok, ok, vamos mudar tudo e take 2.
não foi bem assim, nem tem sido.
há sim uma nova mulher desabrochando(ai, ninguém merece essa palavra!) dentro de mim. mas, vai levar dias, meses, anos, até que ela se torne uma velha e descubra que tudo é novo, inclusive ela mesma.
não nego e ainda afirmo: eu mudei muito, os dias têm me refeito pouco a pouco por dentro. descobri uma força que pensava haver perdido e descobri que onde ela estava existia muito mais.
meu coração foi colocado a prova várias vezes. e, nada modestamente, saiu ileso e muito mais esperto.
mudei meu cabelo. emagreci. mudanças externas fáceis de identificar.
mas só eu sei o que sinto, se é que realmente sei. eu sou outra. uma outra melhorada, com um risada mais divertida, com um sorriso ainda mais maroto e com olhos muito mais espertos.
sempre serei uma nova mulher, aprendo e desaprendo coisas a cada dia. o rio nunca passa no mesmo lugar.
se realmente vou voltar a escrever e a procurar a simplicidade, ainda não sabemos.
mas é um começo.
o começo de mostrar essa nova mulher, muita mais mulher, poderosa, astuta, perspicaz, feminina.
p.s. os melhores substantivos são femininos. qualquer hora faço uma listinha doe meus preferidos.
por enquanto, lembrem-se - a diversão e a emoção. a vida!
e vivam divertidamente!
falei.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
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